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Mensagem do Conselho de Administração
O ano de 2025 ficará marcado na história da Motiva. Ao refletirmos sobre as conquistas do ano que se passou, é
inevitável reconhecer a profunda evolução e transformação vividas pela Companhia, com uma cultura organizacional
renovada, uma estratégia empresarial orientada a resultados e a criação de valor sustentável, uma nova estrutura
corporativa. Além disso, para consolidar esta jornada, uma nova marca que respeita o legado do nome CCR e projeta o
futuro com mais inovação, tecnologia, sustentabilidade, humanização e foco no cliente. A Motiva que emerge deste ciclo
virtuoso é uma companhia pronta para entregar, com consistência, resultados que reflitam a qualidade dos seus ativos, a
força das suas pessoas e a solidez da sua governança corporativa, com a ambição clara de seguir liderando e sendo
referência em infraestrutura de transporte no Brasil.
Estamos mais bem preparados para enfrentar a crescente competição em nosso setor, sem abrir mão do rigor na alocação de
capital, do controle minucioso dos custos e da excelência na execução do CAPEX, com entregas realizadas no prazo e
dentro do orçamento planejado, e incorporando práticas de circularidade para reduzir os impactos ao meio ambiente. A
sólida convicção nos fundamentos da nossa estratégia de negócios, baseada no crescimento rentável e seletivo, na solidez
financeira, na geração de valor e na liderança sustentável, levou a Motiva a colher frutos em diversas dimensões de sua
atuação empresarial.
Na frente de sustentabilidade, tivemos avanços consistentes em nossas práticas e políticas socioambientais, que
demonstram a centralidade do tema para a Motiva. Dentre os marcos importantes nesta agenda, destacamos a evolução nas
ações para tornar nossas operações mais resilientes às mudanças do clima. Elaboramos cerca de 5 mil planos de adaptação
climática para os ativos mais críticos em rodovias, trilhos e aeroportos, com o mapeamento dos principais riscos
climáticos associados e dos investimentos necessários para garantir a continuidade das operações e a segurança dos
clientes e colaboradores.
Na visão do nosso Conselho de Administração, sustentabilidade não é um assunto apartado da estratégia. Vemos isso como
uma parte integral para a criação de valor, a melhoria da eficiência operacional e a perenidade dos nossos negócios.
Nesse contexto, reforçamos os esforços para ampliar a transparência e avançar na adequação às práticas regulatórias
estabelecidas pela norma CVM nº 193/23, obrigatória a partir de 2026, fortalecendo nossa relação com órgãos reguladores
e investidores. Como parte dessa evolução, iniciamos o preparo para integrar processos e informações requeridos pelas
normas IFRS S1 e S2, com o objetivo de elevar a qualidade e a consistência das nossas divulgações nos próximos ciclos.
Entramos em 2026 com prontidão para enfrentar os desafios de mercado, econômicos e climáticos, com uma governança
sólida, processos organizados, estrutura organizacional otimizada e estratégia de negócios clara, sustentada por uma
visão de futuro e uma trajetória bem definida de onde queremos chegar. É o momento de acelerarmos as nossas entregas e
ampliarmos a criação de valor, com foco em excelência operacional, inovação, sustentabilidade e visão de longo prazo.
Deixo aqui o meu convite à leitura deste novo formato do Relatório Anual, seguindo as recomendações das normas IFRS S1 e
S2, para que todos conheçam como a Motiva gerencia os seus riscos climáticos e adota as melhores práticas de divulgação
destas informações, bem como promove o engajamento dos seus stakeholders na agenda climática.
Boa leitura!
João Schmidt
Presidente do Conselho de Administração da Motiva
Mensagem do Presidente
O ano de 2025 foi extremamente relevante para a consolidação do processo de transformação organizacional da Motiva, em
curso desde 2023. Partindo dos avanços estruturais na agenda estratégica até a mudança da marca da Empresa, a Motiva
fincou o seu novo posicionamento focado na criação de valor sustentável.
No ano passado, a Companhia atualizou a sua Ambição 2035, plano estratégico para a próxima década, baseado em quatro
eixos principais – Crescimento Rentável e Seletivo, Geração de Valor, Balanço Robusto e Liderança Sustentável – com
metas mais ambiciosas, e fundamentado em um crescimento mais focado e sinérgico, em um portfólio de negócios mais
simples e em uma agenda de eficiência mais acelerada.
Atualmente, a Companhia vislumbra um pipeline de R$ 185 bilhões em novas oportunidades nos segmentos de rodovias e
trilhos, sendo R$ 125 bilhões em rodovias e R$ 60 bilhões em trilhos. Em concessões rodoviárias, prioriza ativos premium
em geografias estratégicas, com demanda impulsionada pela exposição a grandes centros urbanos, a eixos logísticos
relevantes e ao agronegócio. Já em metrôs, trens e VLTs, o interesse está nos projetos sinérgicos em territórios onde
atua, em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.
Considerando as recentes conquistas, a Motiva conduz um plano de investimento total superior a R$ 65 bilhões. Entre as
principais intervenções em curso estão o aumento da capacidade de tráfego da Via Dutra, a modernização e ampliação do
trecho da Serra das Araras (RJ), que já tem 50% das obras concluídas, e a duplicação da Rodovia Raposo Tavares (SP-270),
além do recapeamento do asfalto de 100% do Sistema Anhanguera-Bandeirantes entre a capital paulista e Cordeirópolis
(SP).
Para a rigorosa execução deste orçamento com a máxima eficiência, anunciamos no ano passado a criação de uma
Vice-Presidência de CAPEX. Não menos importante, a precificação do risco climático dos nossos ativos, já concluída, será
crucial para garantir o sucesso dessa equação. Nesse sentido, de forma totalmente pioneira no setor, a Motiva encerrou
2025 com quase 5 mil planos de resiliência elaborados para todas as suas concessões.
Em linha com a diretriz de simplificação de portfólio para destravamento de valor, a Motiva deu um grande passo ao
anunciar, em novembro do ano passado, a venda de sua plataforma de 20 aeroportos à mexicana ASUR (Grupo Aeroportuario
del Sureste). No valor de R$ 11,5 bilhões, trata-se da maior transação aeroportuária em curso no mundo neste momento,
resultante de um processo competitivo que atraiu o interesse de mais de 20 grupos internacionais.
No campo da inovação, em particular, a Motiva apresentou um plano ancorado na Indústria 5.0 para entregar um retorno
superior e uma operação mais segura e eficiente. Com investimento superior a R$ 1 bilhão até 2035, ele está alicerçado
em seis grandes tendências tecnológicas: Inteligência Artificial (IA) e IA Generativa, Big Data & Analytics, Internet
das Coisas (IoT) e Sensorização, Robotização & Automação, Transição Energética e Novos Materiais. O objetivo é oferecer
serviços de mobilidade cada vez mais digitais, conectados, sustentáveis.
Paralelamente, em linha com o pilar de Liderança Sustentável da sua Ambição 2035, a Motiva coordenou, ao lado do
Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), da Confederação Nacional do Transporte (CNT)
e do Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável do Insper, a criação da Coalizão Nacional para a Descarbonização
dos Transportes. Esta aliança, formada pelas 150 principais empresas, associações e instituições acadêmicas relacionadas
à cadeia de valor da mobilidade, apresentou à Presidência da Conferência das Partes (COP 30) uma inédita proposta de
consenso para reduzir em até 70% as emissões de CO2 do setor de transportes brasileiro até 2050.
Na frente de Responsabilidade Social, a Empresa atualizou os seus compromissos de impacto positivo na sociedade e elevou
de R$ 750 milhões para R$ 1 bilhão o investimento em projetos voltados à promoção de soluções sustentáveis, à redução
das desigualdades e ao aumento da qualidade de vida nos seus territórios prioritários.
Todos esses movimentos nos dão a convicção de que estamos construindo uma Companhia sólida e pronta para os desafios do
presente e do futuro, consciente de sua responsabilidade ambiental planetária e da importância de sua atuação, em nível
local, para o progresso do país e o desenvolvimento de cidades mais inclusivas, resilientes e sustentáveis. Com tudo
isto, queremos cumprir nosso propósito de “melhorar a vida das pessoas através da mobilidade”.
Miguel Setas
CEO da Motiva
Sobre o Relatório
O Relatório de Sustentabilidade 2025 apresenta as informações e divulgações da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A.
(“Companhia” ou “Motiva”), sociedade por ações com sede na cidade de São Paulo (SP), dedicada à promoção de soluções
sustentáveis para infraestrutura e mobilidade. O documento abrange o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025,
consolidando dados e práticas que refletem o compromisso da Companhia com a transparência e a responsabilidade
socioambiental para seus stakeholders.
O principal objetivo é dar transparência quanto aos riscos e oportunidades materiais relacionados à sustentabilidade e
clima que possam impactar o desempenho financeiro, a posição patrimonial e os fluxos de caixa da Companhia no curto,
médio e longo prazo.
O documento pode ser consultado juntamente com as Demonstrações Financeiras Consolidadas da Companhia, referentes ao
exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, elaboradas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil (BR GAAP) e
com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board
(IASB). O conteúdo passou por asseguração limitada conduzida pela KPMG Auditores Independentes Ltda.
Para dúvidas ou informações adicionais, entre em contato pelo e-mail: contato.sustentabilidade@motiva.com.br
Sobre o Relatório
Este relatório apresenta informações financeiras e não financeiras relacionadas à sustentabilidade e ao clima, com foco
em riscos, oportunidades e impactos que podem influenciar a geração de valor no curto, médio e longo prazo. O Relatório
de Sustentabilidade 2025 foi elaborado com base nas diretrizes do GRI Standards (Global Reporting Initiative) 2021 e
incorporou indicadores setoriais da Sustainability Accounting Standards Board (SASB): Infrastructure – Engineering &
Construction Services; Transportation – Road Transportation; e Services – Professional & Commercial Services. Além de
considerar os princípios estabelecidos em compromisso com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o Pacto
Global da ONU.
As divulgações foram elaboradas considerando a materialidade financeira dos riscos e das oportunidades, as dependências,
os impactos e a cadeia de valor das operações da Motiva. O processo contou com participação da Diretoria Executiva, do
Comitê de Pessoas e ESG (CP&ESG), incluindo a revisão técnica pelo CP&ESG e pelo Comitê de Auditoria, Compliance e
Riscos (CAC), com aprovação final pelo Conselho de Administração. Neste novo ciclo, não houve mudanças nos temas
materiais em relação ao ciclo anterior.
Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável prioritários para a Motiva
Resultados financeiros (considerados Proforma) e operacionais1
CAPEX3
Rodovias – Veículos equivalentes4
Ebitda ajustado2
Alavancagem
Trilhos – Passageiros transportados5
Lucro líquido ajustado2
Captações
Aeroportos – Passageiros totais
1. Exclui a receita e o custo de construção. Os ajustes estão descritos na seção de “efeitos não recorrentes” no Anexo I do Release do 4T25.
2. Considera as obras que não geram benefício econômico futuro na ViaOeste.
3. Para melhor comparabilidade, os dados apresentados no quadro abaixo não consideram a reclassificação da Plataforma de Aeroportos para Resultado com Operações Descontinuadas
4. Bases não comparáveis devido aos seguintes efeitos: (i) término da ViaOeste no 1T25, (ii) início da Rota Sorocabana no 1T25 e (iii) início da PRVias no 2T25. Excluindo esses efeitos, o tráfego de 2025 cresceu 2,4% YoY.
5. Bases não comparáveis devido ao efeito de Barcas, cuja operação se encerrou no 1T25. Excluindo esse efeito, a demanda de 2025 cresceu 2,1% YoY.
A Motiva
Plataforma Rodovias
A Plataforma Rodovias responde de forma estimada por 32% da receita pedagiada do país, evidenciando sua relevância estratégica. A operação está distribuída pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, abrangendo 230 municípios em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, são 12 concessionárias, que administram 4.475 km de rodovias, atendendo a perfis diversos de tráfego, desde veículos de passeio até caminhões pesados ligados ao setor agropecuário e industrial. Em 2025, cerca de 1.196,1 milhões de veículos equivalentes circularam por essas rodovias.
Plataforma Trilhos
A Motiva consolidou-se como o maior operador privado da América Latina e o sétimo maior do mundo, transportando 756,3 milhões de passageiros por ano. Sua malha inclui 124 estações de trens, metrô e VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), com 191 km de extensão, em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Entre as operações destacam-se: ViaQuatro (Linha 4-Amarela) e ViaMobilidade (Linhas 5-Lilás, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 17-Ouro, em construção), além do Metrô Bahia e do VLT Carioca.
Plataforma Aeroportos
A Motiva iniciou sua atuação em aeroportos em 2012, com participação em três terminais internacionais (Costa Rica, Curaçao e Equador). No Brasil, ampliou sua presença por meio da concessão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Minas Gerais, da operação dos blocos regionais Sul e Central e do Aeroporto da Pampulha, também em Minas Gerais, totalizando 17 ativos aeroportuários. Em 2025, os 20 aeroportos sob gestão movimentaram 47,9 milhões de passageiros. Em alinhamento à estratégia de priorizar mobilidade rodoviária e urbana, a Companhia anunciou, em 2025, a alienação da plataforma aeroportuária, cuja conclusão está prevista para 2026, condicionada às aprovações regulatórias.
Distribuição geográfica
Há 26 anos, a Motiva é referência em infraestrutura de mobilidade no Brasil, atuando com o propósito de melhorar a vida das pessoas através da mobilidade urbana por meio de aeroportos, rodovias e trilhos. Com presença em 230 municípios de 13 estados brasileiros e operações internacionais em Curaçao, Costa Rica e Equador, a Companhia tem a visão de liderar o setor de mobilidade, com foco na criação de valor sustentável.
Governança
A Motiva busca promover os mais elevados padrões de integridade e ética em todas as suas plataformas de negócio. Seu modelo de governança é orientado para o crescimento sustentável e fundamentado no aprimoramento contínuo dos instrumentos de governança corporativa. Essa estrutura, robusta e integrada, viabiliza a supervisão dos principais riscos e oportunidades de sustentabilidade e é composta pelo Conselho de Administração, pelo Comitê Interno de Sustentabilidade, pelo Grupo Tático e Operacional de Sustentabilidade (GTOS), pela Diretoria Executiva e pelos demais órgãos de assessoramento, que incluem: Comitês de Pessoas e ESG, Auditoria, Compliance e Riscos. A integração da sustentabilidade à estratégia corporativa ocorre por meio de programas de capacitação que fortalecem a cultura, a ética e a governança na Companhia, além da política de remuneração. Com relação à remuneração da Alta Administração, 40% da remuneração variável de longo prazo é composta por metas coletivas. Desse percentual, entre 5% (para Vice-Presidentes) e 10% (para o VP de Sustentabilidade, Riscos e Compliance e para o VP de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional) está vinculado ao cumprimento de metas de sustentabilidade. Nesse contexto, a governança de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e ao clima está incorporada ao planejamento corporativo da Motiva, possibilitando que as decisões estratégicas considerem impactos e oportunidades de longo prazo.
Estratégia
A estratégia corporativa da Motiva foi concebida para conciliar crescimento, eficiência operacional e resiliência, incorporando riscos e oportunidades de sustentabilidade ao planejamento estratégico, garantindo que futuras decisões considerem impactos e oportunidades de longo prazo.
Riscos e oportunidades materiais
Riscos financeiramente materiais
A materialidade financeira foi definida com base na identificação e avaliação de riscos e oportunidades relacionados à
sustentabilidade que possam impactar, de forma razoável, o desempenho financeiro, os fluxos de caixa, a posição
financeira e a capacidade de geração de valor da Companhia no curto, médio e longo prazos.
Os riscos identificados como financeiramente materiais são:
| Tema | Descrição |
|---|---|
| Cadeia de Valor | Gestão inadequada dos riscos da cadeia de fornecedores afeta resiliência operacional. |
| Estratégia Climática | Impactos das mudanças climáticas e dos riscos associados afetam a estratégia, as operações de negócios, os clientes e as comunidades. |
Curto prazo (< 2 anos): impacto entre 0,5% e 1% da receita operacional bruta.
Médio prazo (2 anos - 5 anos): impacto entre 1% a 1,5%.
Longo prazo (5 anos - 10 anos): impacto entre 0% e 0,1%.
Riscos e oportunidades materiais
Oportunidades
A resiliência da estratégia é avaliada frente a diferentes cenários climáticos, seguindo as recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD) e utilizando as projeções do IPCC AR6 (cenários SSP2-4.5 e SSP3-7.0) e Network for Greening the Financial System (NGFS), que representam trajetórias distintas de aquecimento global e políticas de mitigação. A partir dessa análise, foram identificadas as seguintes oportunidades associadas aos cenários climáticos:
Metas estratégicas
A estratégia corporativa da Motiva integra sustentabilidade, eficiência e resiliência ao planejamento e à alocação de capital. Sob a visão da Ambição 2035, a Companhia busca gerar valor contínuo por meio de metas de sustentabilidade e climáticas, estruturadas com base em princípios de transparência e rigor metodológico.
As principais diretrizes que orientam essa abordagem incluem:
| Meta | Meta 2030/2035 | Progresso |
|---|---|---|
| Neutralidade em carbono (Escopo 1 e 2) | Zero líquido até 2050 | * |
| Redução absoluta de emissões (Escopo 1 e 2)** | -59% até 2033 | -61% ** |
| Redução absoluta de emissões (Escopo 3) | -27% até 2033 | 90% |
| Mulheres em posições de liderança**** | 37,5% em 2026 | 35,5% |
| Taxa de frequência de acidentes (TFCA) | 0,73 até 2030 | 1,19 |
| Taxa de frequência de acidentes prestadores de serviço (TFCA) | 0,99 até 2035 | 3,01 |
| Executivos com metas de Sustentabilidade vinculadas à remuneração variável | 100% até 2024 | 100% |
* Aquisição de 67 mil créditos de carbono provenientes da metodologia PSA Carbonflor aplicada no Legado das Águas, da Reservas Votorantim em 2024 e aquisição de 27.002 em 2025 da mesma fonte. Não foram aposentados créditos em 2025, pois estrategicamente a compra antecipada reduz os riscos futuros e investimento em créditos de carbono e estamos optando por ações que reduzam as emissões antes de compensarmos o residual.
** Baseline 2019 recalculado com base no portfólio do ano de 2024.
*** Apesar de estarmos em 61%, ainda teremos alteração de portfólio, crescimento do negócio e precisamos garantir a continuidade de compra de energia renovável e perpetuidade dos projetos de eletrificação de frotas.
**** Indicador para monitoramento interno.
Trade-offs: biodiversidade
A Motiva reconhece a conservação da biodiversidade e a proteção dos ecossistemas como componentes essenciais para a sustentabilidade de longo prazo. Por isso, integra análises e discussões estruturadas sobre riscos, dependências e impactos, ainda que de forma inicial, em sua agenda estratégica. Essa abordagem permite antecipar tendências regulatórias, mitigar potenciais efeitos adversos e identificar oportunidades que contribuam para a resiliência do negócio. Assim, a Companhia avalia diferentes caminhos e trade-offs necessários para equilibrar desenvolvimento, eficiência operacional e conservação ambiental. As decisões baseiam-se em métricas financeiras, critérios regulatórios e de materialidade a partir de:
- Adesão às recomendações da TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures).
- Agenda No Net Loss.
- Aplicação do método LEAP (Locate, Evaluate, Assess and Prepare) para impactos, riscos e oportunidades relacionados à natureza.